Libertadores: valeu a pena pelo amendoim e pela cerveja escura importada.

Flamenguistas, Botafoguenses e Atleticanos (PR), tem o direito de se sentirem frustrados pela eliminação na Libertadores, mas vamos pensar direitinho…
Atlético – começou o Brasileirão 2013 com a meta de se manter na primeira divisão – surpreendeu e acabou vice da copa do Brasil e com a classificação pelo Brasileirão.
Flamengo – com a nova diretoria, desde o momento que assumiram, trouxeram a questão de uma reformulação, de pagar as dívidas, e de uma política de poucos gastos, buscando ter um time que não caísse. Fla fez um campeonato ruim, mas que não se complicou muito por outras campanhas inferiores (e não venham com o mimimi de tribunais, vamos falar de como que foram em campo). Conseguiram o título da copa do Brasil, muito mais na raça e no “embalo” do que por terem um time organizado, e nessa época, ter um técnico de casa, que fala a mesma língua dos jogadores fez muita diferença.
Botafogo – tinha um time organizado, boas peças, um técnico que conseguia apoio dos jogadores, e com um método de jogo que se encaixou ao plantel que tinha. Seedorf foi importante, mas não foi peça única. Perdeu jogadores importantes, e conseguiu a vaga pra libertadores no sufoco, depois de um final de campeonato muito aquém de como começou.

O que no fundo queria dizer é: os três times surpreenderam e chegaram no grande torneio da América do Sul (tem méxico, mas não tem méxico), com uma difícil meta.
Os três times não se reforçaram como precisavam, e os três times tinham ou tinham um elenco mais fraco, ou não souberam impôr um rigor tático que conferisse uma estratégia melhor de jogo.
Todos decepcionaram em algum aspecto.
Não adianta falar que o torneio está fraco, e olhar para times da Bolívia, Venezuela e Equador acreditando que estamos léguas de distância, se não pensarmos bem sobre os nossos próprios times.
Ano passado o campeonato Brasileiro foi muito abaixo da crítica, e o time mais organizado e com o futebol mais acertado se distanciou muito de outros 19 times que jogaram um futebol inconsistente.
Pegamos essa ideia, dos times inconstantes e joguemos na ideia de 6 jogos, tiro curto, com 3 jogos em casa e 3 fora: sem a mesma possibilidade de tropeços.
E foi aí.

Os 3 deram mais trabalho do que era pra dar.
Devemos ficar felizes pela CAGADA imensa em termos conseguido avançar para esse torneio continental.

Já se foi aquele tempo em que ser um time argentino, uruguaio e brasileiro, já significava estar nas oitavas.

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