E quando o repórter se torna um fã?

Flyer da próxima ação Motirõ em Movimento que ocorre em 04/05/13 na Praça do Carmo/Santo André - Arte: Danilo Roots

Pessoal, começo este post me desculpando, pois sei que mal entrei aqui e logo sumi. Eu sei. Estivemos atrás de algumas novidades para o blog + vida pessoal e isso toma muito tempo! MAS ESTOU AQUI NAÇÃO TUPINIQUIM.
E o que eu trouxe para vocês?? Dois cubos de açúcar? Errado! Quem realmente gosta de café tem que tomá-lo “forte”. Mas, como prometido, trouxe o que vivenciei nos meus últimos dias de sanidade.

O que vocês lerão a seguir foi, inicialmente, uma reportagem que produzi para o site de notícias local da universidade onde estudo. Contudo, o conteúdo é tão rico, tão rico, que sem dúvidas merecia seguir espalhando sua palavra. Eu ouvi muito sobre esse tipo de experiência com jornalistas, e sou grato por ter acontecido comigo… Maior do que a correria para realizar a matéria foi a satisfação de conhecer o trabalho desses caras. Vocês também desejarão poder curtir 3x no botão do Facebook. Por isso estou aqui e incentivo a propagação desse ideal por todo o país.

Esse é o Coletivo Nasa! Você tem muito a dizer? Eles querem ser ouvidos! Não entendeu? Então chega de perguntas e aproveite as próximas linhas da matéria que reproduzo aqui também. Integre-se a essa cultura:

O encontro de artistas, músicos, produtores, acima de tudo, cidadãos de Santo André, deu início ao Coletivo Nasa, uma organização criada para promover ações socioculturais para a melhoria do município. Desde 2011, o grupo leva conhecimento e debate questões políticas através da arte em workshops, oficinas, eventos, entre outros.

O nome Nasa provém da sigla de Núcleo de Ações Socioculturais Ativista. “O Coletivo surgiu em um período difícil para a cidade (Santo André) em que a administração jogou a cultura e muitas outras coisas de lado. Por conta disso, nos juntamos para saber o que poderiamos fazer já que não tínhamos respaldo algum da prefeitura.”, conta Ney Braga, 31 anos, um dos idealizadores do projeto.

As reuniões para decisão e planejamento das ações ocorrem na casa do próprio Ney. Já a divulgação dos eventos é feita pela internet. Além dos trabalhos com o Coletivo, Ney Braga também é conferente de mercadorias de um supermercado e dono da loja de roupas e peças de skate A Rua Shop.

Atualmente, a organização conta com três ações colaborativas fixas: Motirõ em Movimento, que envolve atrações musicais, artes visuais, exposições, moda, artesanato e sustentabilidade, o Quarta em Movie, com exibição de filmes de produção independente, e o Art’inerante, que promove oficinas e workshops com arte-educadores sobre música, capoeira, fotografia, tecnologia e mercado de trabalho.

Esses movimentos são abertos ao público e valorizam a arte independente, estimulam as trocas de conhecimento entre jovens e a discussão de problemas da região. Um dos principais objetivos do Coletivo é pautar governantes e administradores do município para que assumam seu compromisso com a sociedade e amadureçam políticas que melhorem a qualidade de vida da população e não atendam a um interesse político-comercial.

Além disso, ações esporádicas de medidas preventivas socioeducativas são desenvolvidas geralmente em parceria com o Centro de Defesa da Criança e do Adolescente, atuando fortemente nas áreas de maior vulnerabilidade da população.

A maioria dos trabalhos realizados pelo grupo são de forma colaborativa ou o investimento é feito por eles mesmos. “Estamos passando por um processo de institucionalizar o Coletivo, virando uma OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público). Com isso, podemos participar de editais e ir atrás de recursos de empresas particulares. É um caminho que estamos seguindo para dar continuidade nos trabalhos e remunerar membros e colaboradores pelos trabalhos prestados.”, explica Ney.

Mesmo novo, o projeto dá indícios de que vai longe. Recentemente, a prefeitura de Santo André fez uma parceria com o Coletivo Nasa para a aplicação de workshops de grafitagem para jovens da comunidade de Paranapiacaba.

Grupo ensina grafitagem a jovens em parceria com a Prefeitura - Foto: Ailtom Castro

Grafite, música, cinema, fotografia, skate, dança de rua não são apenas atrativos para que jovens discutam sobre questões polítcas. Segundo a socióloga, filósofa e educadora há 32 anos, Maria do Amparo, “através da arte, o ser humano se expressa, desenvolve sua opinião e percepção de mundo. Ainda mais com a chamada arte de rua, um jovem se aproxima da realidade em que está inserido, fica muito mais humanizado e isso estimula o senso crítico.”

A atitude cidadã é outro ponto essencial para a organização. Eventualmente, o grupo realiza arrecadação de fundos para movimentos urgentes de caráter humanitário e captação de assinaturas para causas de interesse público.

Para participar do Coletivo Nasa, basta entrar em contato e apresentar seu trabalho pelo e-mail coletivonasa@gmail.com ou acompanhar a divulgação das datas dos eventos pela página ColetivoNasa no site Facebook.

 

Bom, espero que tenham ficado tão surpresos com essa matéria como eu fiquei. Quem gostou e puder curtir o post original  aqui <a href=”http://www.metodista.br/rronline/noticias/entretenimento/2013/04/ativistas-promovem-acoes-socioculturais-para-melhorias-em-santo-andre” title=”aqui” target=”_blank”></a> vai ganhar um tablet que recebemos e não pudemos comercializar… Mentira.

E se liguem! Pessoal de Santo André, ABC ou região tem um encontro marcado na próxima ação Motirõ em Movimento que ocorre em 04/05/13, durante todo o dia na Praça do Carmo, em Santo André/SP.

Foi dada a largada!

Não serei clichê de começar dizendo que sou pisciano, mas confesso que amo Astrologia e não vim aqui para falar de nada disso.
Esse cara aqui tem 19 anos e é estudante de jornalismo. Apaixonado por música e viagem, porém não menos crítico aos fatos. Recentemente, descobri um novo prazer: o teatro! Sou tudo além do que se vê, nasci para compartilhar experiências e inspirar sensações, curtir cada novo detalhe que o mundo tem a oferecer. Logo percebe-se que não saio do Facebook.
Certo dia, um colega me chamou para tomar um café, eu disse “por que não fazermos uma viagem?” Sempre tive essa fascinação por expandir horizontes, estar em contato com o novo e diferente, só que o mais longe que já estive foi no Paraguai. Para alguns, limitações físicas e financeiras, para mim, a chance perceber que a cultura está em todo lugar e que muitas vezes a diversão está debaixo de nossos olhos, basta prestar atenção no infinito a seu redor. E é assim que vamos levar meus próximos posts no Café das Cinquepoca: vou contar sobre minhas andanças por aí e torná-las aventuras (ou pelo menos tentar), quero desbravar a selva de pedra! Quem senão a internet para nos levar muito mais longe do que se pode imaginar?
Já escrevi em um site de moda e lifestyle e tenho planos para o mundo musical. Também fui organizador de eventos quando adolescente e pretendo reativar esse processo de produção um dia…
Aqui, prometo trazer um conteúdo interessante e prático para nossos seguidores, leitores e você, mãe, que eu sei que lerá fielmente meus textos. Aceito indicações e convites para open bar.

Câmbio, escrevo.

Giovani Faccioli