A amizade é semelhante a um bom café; uma vez frio, não se aquece sem perder bastante do primeiro sabor.

Imagina se poderíamos deixar de servir a mesa num dia especial como este ? Dizem que é o dia internacional do café, gente! Olha a gafe! Nem que seja no improviso, mas uma comemoração, uma menção honrosa é preciso que seja feita!  E hoje, pra completar, temos o clima ideal para um bom café quentinho: chuva e aquele quase friozinho gostoso no Rio de Janeiro.

O ideal teria sido ficar o dia todo dentro de casa, curtindo a casa e o café, mas não é todo dia que se pode ter esses luxos. De qualquer forma,  a gente para em frente ao computador, tenta inventar qualquer coisa pra ser dita e celebra com uma boa xícara de café quentinho. Celebramos a vida, o privilégio de começar uma nova semana, celebramos os amigos que, uns mais próximos, outros mais distantes, e mesmo assim, todos presentes! Se não à mesa conosco na hora do café, trazendo suas guloseimas, pelo menos em pensamentos e votos de que estejam bem, se fazem presentes de coração e alma.

São eles e vocês, amigos íntimos e amigos leitores que inspiram nossas mesas diariamente. É pra vocês que fazemos nosso café e é com vocês que esperamos compartilhar nossos devaneios! Pra ser muito sincero, não sei e nem procurei saber muito sobre a história e origem do café. Dizem que um monge descobriu umas frutinhas que as cabras comiam e ficavam eufóricas e resolveu torrar as tais frutinhas e fazer uma poção! Bendito monge! Bendita poção! Benditas cabras saltitantes! Graças a essa inusitada situação, temos inspiração pros nossos textos e pras nossas conversas! Afinal, parafraseando o poeta: amor e café tem que ser quentes!

Sentiu aquele vazio entre as cinco e seis da tarde? Talvez seja hora do café! Talvez seja hora certa pro Café das Cinquepoca!

 

O título de hoje é de Immanuel Kant.

Anúncios

Inquietações sobre o tempo….

Ah o tempo. Certamente um dos assuntos mais abordados em poesias, canções, conversas cotidianas, etc e etc. Quem de nós em algum momento de sua vida não teve alguma crise e inquietação em relação ao tempo?? Eu tenho tantas inquietações em relação a isso que resolvi fazer faculdade de História, pensei que lidando com tempos maiores eu poderia melhor aproveitar e viver o meu tempo, ledo engano o meu…

Mas quando eu penso em tempo ao menos duas canções do rock nacional me vem a mente, uma da Banda Pato Fu, “ Sobre o tempo” que diz em um dos seus versos: “Tempo, tempo, tempo mano velho.Vai, vai, vai, vai, vai, vai. Tempo amigo seja legal. Conto contigo pela madrugada. Só me derrube no final.” Numa perspectiva que o tempo ainda que passando, que seja legal, que seja amigo. Coisas essas que o tempo não faz muito conosco, pois está longe de ser nosso amigo e tão pouco é legal. E ainda outra canção, da Banda Titãs, “Caras como eu”, que em determinado trecho diz: “Não vou mais medir o tempo. Não vou mais contar as horas. Vou me entregar ao momento.Não vou mais tentar matar o tempo.” Numa tentativa de viver a intensidade das coisas e não o tempo que elas duram.

Podemos encontrar até mesmo na Bíblia, inquietações sobre o tempo, e talvez uma das mais famosas seja a que encontramos no livro de Eclesiastes no capítulo três, onde o autor vai discorrendo sobre os tempos da vida, tempo de chorar, tempo de rir, tempo de abraçar, tempo de afastar de abraçar, e assim ele segue o texto, até que no final ele diz que “há tempo para todo o propósito debaixo do céu”. Esse texto sempre me deu esperança, me ajuda muito em minhas crises sobre o tempo.

O Capitalismo, por sua vez, nos faz acreditar que “tempo é dinheiro”, só que você investe muito tempo trabalhando para conseguir muito dinheiro, para gastar com o que se te falta tempo para curtir a diversão… Que perca de tempo.

Contudo algumas coisas nós podemos fazer para tentar sofrer menos em relação as inquietações que o tempo nos propõem, a primeira é ter a plena consciência que não somos senhoras e senhores absolutos do tempo, se vivemos em sociedade nosso tempo pessoal depende também das relações que eu tenho com os tempos dos outros, pois tem coisas que ultrapassam minha vontade de viver o meu tempo, como por exemplo o que podemos fazer para vencer o tempo perdido no trânsito?

Ou ainda, por mais que eu pense no tempo, isso não vai fazer ele parar, logo é importante enquanto eu penso sobre ele também ir vivendo. Uma tarde de segunda-feira num parque como o Ibirapuera, sem olhar para o relógio também pode me ajudar a quebrar o tempo, entrar num tempo atemporal, entrar no tempo da contemplação. Assim como entrar na Igreja para o culto, sem se preocupar com a hora, e assim entrar no tempo do sagrado, que também é atemporal.

Uma outra forma de viver a preciosidade do tempo é quando podemos viver investindo tempo no outro, certamente não existe nada melhor e mais recompensador do que investir meu tempo em vidas, e ajudar o outro a viver melhor o seu próprio tempo.

Espero assim, que a leitura do meu Café de hoje não tenha sido uma perca de tempo na sua vida, e sim um tempo de reflexão sobre como você tem vivido o seu tempo. Que minhas inquietações sobre o tempo possam embalar muitas conversas à mesa de Café, entre amigos e família, seja ele às cinquepoca, às seietal, às oitoetrinta, mas que seja sempre um tempo marcante.

“É bom amigos a gente ter, é bom amigos a gente fazer…”*

“Um amigo de verdade é como o sol. Não precisamos vê-lo todo dia para lembrar que ele existe.” No último dia 20 de julho comemoramos mais um Dia do Amigo, uma data que existe em vários países para comemorar uma das melhores relações da vida a amizade.

E você já conseguiu imaginar o que seria de nossa vã existência se não fosse noss@s amig@s. Certamente grande parte das sensacionais histórias que tenho pra contar sobre minha vida acontecerem com @s amig@s. São eles/elas que dão o tom da nossa vida, que riem, choram, se alegram, nos dão broncas, estão juntos mesmo que longe.

Uma das coisas mais legais sobre a amizade é que com @s amig@s a gente pode ser que realmente é, ao contrário de quando estamos afim de um rapaz que temos que ao menos a princípio esconder nossos defeitos, nossas fragilidades com @s a gente sempre pode ser quem é, aliais pode até ser cobrado se fizer algo diferente da personalidade que temos.

Sempre considerei que uma das melhores formas para descrever o amor vem da divisão dos gregos que tem o amor ágape ( amor à Deus), Eros (amor pelo nosso par) e o amor filos (pel@s noss@s amig@s). Com essa divisão nós conseguimos muito bem separar os sentimentos, e viver o amor filos por um monte de gente.

Amig@s nos trazem paz, confiança, amor, disposição, acolhida, ás vezes nos dão aqueles conselhos que só poderiam vir deles/delas mesmos, que nos colocam no nosso devido lugar, e tal conselho só pode vir deles/delas mesmo, pois são pessoas que nos conhecem bem. Afinal amizade é isso mesmo, é convívio, é comunhão, é permitir se conhecer e também ser conhecid@ pelo outro alguém. É uma relação que extrapola um sentido lógico, afinal tod@s temos aqueles/aquelas amig@s que aparentemente não tem nada a ver conosco mais que a gente não consegue viver longe deles/delas.

Quero com meu Café de hoje brindar a amizade, essa grande mesa as Cinquepoca é uma demonstração de nossa amizade, que surgiu justamente do sonho do dono da mesa em colocar os amigos de vários lugares, refletindo sobre diversos assuntos num só lugar. Cabe aqui um agradecimento público ao Kadu por me permitir fazer parte dessa tão amável mesa!

E claro que vou encerrar meu Café agradecendo a você minha amiga e meu amigo que abençoa minha vida pelos simples fato de existir, e de estar perto de mim, de sempre dividir sua história com a minha história. Vocês tod@s são presentes preciosos do Senhor na minha vida. E como diria uma frase do filme “Os miseráveis”: “amar outra pessoa é ver a face de Deus.” . Vejo a fase de Deus na vida de cada um/uma de vocês!

*O Título do texto de hoje é um verso de uma música infantil sobre amigos

**Usei o @ como efeito para ao mesmo tempo usar a letra o e a letra a.

Experimentar…

Temos vivido cada dia mais num mundo onde tudo é muito rápido, muito superficial, parece que vivemos se sentir muito a experiência que as coisas podem nos proporcionar.

Na última semana, eu participei da 62º Wesleyana da Faculdade de Teologia da Igreja Metodista, que teve como tema: “Experimentar Deus Hoje – A propósito dos 275 anos da experiência religiosa de John Wesley.”

Pra você que está tomando Café comigo e que não tem a menor ideia do que estou falando cabe uma breve história. A Igreja Metodista surgiu como movimento de avivamento durante a segunda metade de 1700, na Inglaterra. John Wesley é considerado o fundador desse movimento e o marco Histórico que celebramos enquanto Metodistas é a experiência que ele teve no dia 24 de maio de 1738, durante um culto, com a leitura de um prefácio sobre o Livro de Romanos. No instante em que alguém lia esse texto, John Wesley, segundo suas próprias palavras, sentiu seu coração estranhamente aquecido, experimentou Deus de uma maneira que ele não tinha experimentado antes, e com isso pode entender melhor sobre Sua graça e amor ao mundo.

Como boa cristã metodista leiga que sou, sempre penso como essa experiência de Wesley foi profunda, inspiradora, transformadora da realidade ao seu redor e que transcendeu seu tempo. Isso desde sempre me motivou muito a buscar minhas experiências também.

E durante a Semana Wesleyana passei por tantas outras experiências com Deus através de tudo o que foi dito ali pelos palestrantes, tive boas experiências também através dos relacionamentos com os outros que estavam ali comigo. Contudo a que mais marcou minha vida foi o que vi na atitude de uma criança, que me marcou tanto ao ponto que resolvi compartilha-la aqui.

O João é um menininho de 4 anos, que estava ali conosco nesse ambiente acadêmico porque sua Mãe, a Pastora Telma participava do evento. João encantou a todos que se permitiram brincar com ele. Dentre algumas das amizades que ele fez, certamente uma das mais significantes foi a que ele fez com um dos estudantes de Teologia chamado Jhonatan. E é dessa amizade que veio a cena que me marcou, impactou, e que certamente vou levar para o reto da minha vida. João estava sentado ao meu lado com um chocolate, que logo que se acomodou melhor na cadeira resolveu abrir e começou a fazer sua partilha de pedaços, um para sua Mãe, um para mim que estava ali pronta ajudá-lo caso ele não conseguisse abrir a embalagem sozinho, e o terceiro ele disse assim: “ Esse eu vou levar para o meu amigo Jhonatan.” O levei então até onde o Jhonatan estava e ao oferecimento do pedaço de chocolate, o Jhonatan respondeu: “ Não João, não quero, o chocolate é seu você é que tem que comer.”
Ao que o João respondeu: “Esse pedaço é pra você.”

Mas o Jhonatan ainda insistiu com sua resistência em receber o chocolate e disse: “ Mas porque você quer me dar esse pedaço de chocolate, que é seu?

Ao que o João prontamente respondeu: “ Porque você é meu amigo!”

Bom,nem precisaria dizer que a fala e atitude o João fizeram com que meus olhos e também os olhos do Jhonatan ficassem meio lacrimejando.

Naquele momento, com aquele menino de 4 anos, e seu simples gesto eu tive uma experiência profunda com Deus, pois o João melhor do que todas as palestras que ali tivemos me mostrou de fato e de verdade o que é ter uma experiência com Deus, pois creio que a nossa experiência com Deus nos leva de encontro ao outro, em amor, e foi isso o que ele fez.

Assim o que queria refletir com vocês com esse papo todo com meu Café de hoje é que possamos nos permitir termos experiências de sentir mesmo, de vivermos coisas novas, transformadoras dentro do cotidiano, nas pequenas coisas possamos experimentar a grandeza da vida, que possamos ser mais sensíveis aos pequenos detalhes diários que nos ensinam tanto, que possamos cada dia mais experimentar através do exemplo de amor das crianças que uma vida melhor é possível, mesmo em meio a tanta tristeza no mundo sempre existirão atos como os do João que vão resignificar nossa vida, que nos vão permitir experimentar Deus hoje.

A amizade é um meio de nos isolarmos da humanidade cultivando algumas pessoas.*

Dias desses parei pra assistir, mais uma vez, pelo incentivo da presença de um amigo, ao filme “Antes de Partir” com os brilhantes Jack Nicholson e Morgan Freeman. É a história de dois homens, de universos completamente diferentes que se conhecem mediante um problema em comum, algo que os alcança: a iminência da morte e se tornam amigos que saem pra viver os seus últimos meses de vida, aproveitando tudo que podem. O que seria mera diversão, se transforma numa tremenda lição de vida, amizade e humanidade para os personagens e especialmente para os expectadores do filme.

Poucos são os filmes que eu assisto, menos ainda, os que eu compro e quando o faço, gosto de revê-los de vez em quando. Este é um caso. A lição de vida, de amor e de amizade me toca profundamente. Especialmente, por ser uma história baseada na amizade. Se existe um sentimento valioso e caro pra mim é a amizade. Vinícius de Morais já disse, em certo poema: eu suportaria que morressem todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos. Concordo plenamente!

Amigos são amores eternos, de fato. Posso lembrar o primeiro amigo que fiz na vida, que foi o primeiro também que senti falta, foi quem, indiretamente, me ensinou, já nos primeiros anos de vida, o que era saudade! Amigos são esses com os quais experimentamos os melhores e os piores sentimentos da vida, sempre com um sorriso de gratidão.

Seja o adeus da despedida, seja o abraço da chegada, do retorno, com eles sabemos que sempre poderemos contar. Amigos de verdade são aqueles, me desculpem o clichê, mesmo que passem os anos, sempre no reencontro vai parecer que nunca deixamos de estar juntos, seja pelo telefone, pelo e-mail, mas principalmente, pelo carinho, pelo respeito.

Assim pelo menos, são os meus amigos. Algumas pessoas se gabam de ter muitos; outros choram não ter quase nenhum. Eu, pelo menos, ainda que fique sozinho em qualquer momento da vida, sempre os tenho comigo, no peito e na mão! São contados nos dedos, mas são preciosos como anéis do mais caro diamante e estão sempre presentes!

Pra quem não tinha sobre o que escrever hoje, deixo meu pequeno agradecimento, minha homenagem aos meus amigos, minhas amigas, meus amores verdadeiros!

Hoje não é dia do amigo, hoje não é feriado, é só um dia que tive vontade de dizer aos meus amigos o quanto eles são importantes! Não estamos (acho que não) diante da morte iminente, como no “Antes de partir”, mas como dizem: pra morrer, basta estar vivo, então, falar do que sentimos, sempre está em ordem!

Que a vida nos dê ricas oportunidades de estar com os amigos de sempre. Os velhos amigos são como chinelos antigos: sempre os queremos por perto porque eles sempre nos trazem conforto! Mas também, que a gente sempre esteja disponível a conhecer pessoas que valham à pena como novos amigos, mesmo que como eu, você seja um anti social pela própria natureza!

*Só por curiosidade, o título do texto de hoje é uma frase de Carlos Drumond de Andrade.

Junior….

Tem histórias que nós jamais gostaríamos de contar, tem notícia que a gente nunca imaginou ler ou receber. E foi assim na minha vida na semana passada, recebi uma notícia que não queria ter recebido, a morte prematura do “meu amigo de fé, irmão camarada” Ari Junior, que pra mim, foi e será sempre apenas o Junior. Desde então estou com aquele sentimento bem expresso na letra da música do Ira! “Quando seus amigos, te surpreendem, deixando a vida de repente e não se quer acreditar…”

E foi nos indos de 1995 que nos conhecemos, num piquenique realizado pela Igreja Metodista de Itapecerica da Serra, num pesque e pague, ele era da Igreja Metodista em Taboão da Serra e apareceu lá convidado por amigos em comum, na hora da tradicional dinâmica de apresentação das pessoas ( que o povo cristão protestante conhece muito bem. ) foi que eu tive que apresentá-lo, e logo de cara errei o nome dele no momento de apresentação o chamando de Ariovaldo, e seu nome era Arivaldo, mal sabíamos nós que estaria nascendo ali uma amizade tão forte e profunda entre nós…

O Junior era dono de um sorriso quase permanente, único, calmo e com um coração servil como poucos, pra ela não tinha tempo ruim não, o lance dele é sempre estar em movimento, principalmente indo ao encontro das necessidades dos outros e trabalhando incansavelmente para o crescimento do Reino do Senhor. Tanto é que se olho para o meu guarda-roupa, lembro que foi ele que ajudou a montar quando me mudei de casa, se olho para meu computador, lembro que foi ele que consertou em algumas vezes que deu pif paf, se olho para meus pés vejo o Havaiana que ele me deu de presente de amigo secreto….

Dividi com o Junior várias mesas de café, almoço, jantar, aventuras da mais diversas, passeios, parceria em vários momentos na minha caminhada cristã, além de trabalhamos juntos por 5 anos da Federação Metodista de Jovens. Inúmeras boas histórias pra contar, desses 18 anos de amizade, tantas que caberiam num livro.

Resolvi escrever esse post de hoje em homenagem ao Junior principalmente porque não seria um texto de arrependimento por palavras não ditas, mas pela certeza que por detrás das nossas implicâncias em público, havia uma amizade carinhosa, amorosa e de troca de elogios mútua, ( sim a gente sempre fazia isso longe de todos pra manter a aparência de eternos implicantes. rs) além das atitudes que demonstravam o quando éramos um importante para o outro. E eu pude sentir isso mais profundamente ainda quando tive a honra de ser convidada para ser sua madrinha de casamento, em 2009. Aliais cabe aqui um agradecimento a Raquel, sua esposa, por ter cuidado tão bem do meu amigo e o ter feito tão feliz. Só que o grande chatão e fanfarrão do seu Junior foi-se embora sem ter me dado a honra de ser meu padrinho de casamento, até no fim ele tinha que aprontar das suas comigo. rs… Mas certamente meu futuro esposo, e meus filhos, que um dia virão, vão ouvir muitas histórias sobre o Junior.

Um pedacinho de mim morreu no dia 19 de março, assim como um pedacinho de todos nós sempre morre quando alguém querido se vai, mas um pedacinho do Junior sempre estará vivo nas minhas lembranças e nas minhas histórias…

Escrevo esse texto também pra você que está participando na mesa do nosso Café e que não teve a oportunidade de conhecer o Junior, mas que certamente também tem ou é um Junior na vida de alguém, aproveite ao máximo e com toda a intensidade possível sua amizade, pois nunca sabemos quando será a última vez que estaremos pela última vez do lado de uma pessoa… “ A vida é um sopro” e como diria aquela canção infantil: “É bom amigos a gente ter. É bom amigos a gente fazer. É bom amigos rever. É bom amigos reter. É bom amigos sempre ter.”

Outro dia eu falava aqui sobre gratidão, e hoje eu agradeço ao senhor pela vida do Junior e pelos nossos anos de amizade. Agradeço também os demais amigos que tenho, pois cada um a sua maneira puderam me consolar em meu momento de dor, seja com mensagens, telefonemas, abraços silenciosos ou uma simples ida a um café pra me distrair. Cada dia tenho mais certeza de que vocês fazem minha vida valer muito à pena!

Termino esse texto na certeza de que Deus continuará consolando nossos corações, bem como os da família do Junior e em especial o da Raquel.

Descanse em Paz Junior… até eu chegar aí no céu, pois passarei a eternidade inteira implicando com você! rs