O Mito da Fênix

Ouve-se falar sobre o Mito da Fênix, que remonta ao antigo Egito e foi posteriormente transmitido aos gregos e outras civilizações, chegando até hoje. Você, querido leitor, já deve ter ouvido falar da ave que ao sentir a proximidade da morte, ao cabo de cada ciclo existencial, preparava uma fogueira funerária com ramos de canela, mirra, se auto incendiava e era devorada pelas chamas, ressurgindo delas como uma nova Fênix, a qual juntava as cinzas de seu progenitor e as conduzia ao altar do deus solar, Deus Sol , Rá no Egito. Esse altar era localizado em Heliópolis, cidade do sol, egípcia.

Para diferentes povos, essa ave tem características distintas, aparência própria, mas em quase todas ela simboliza a mesma coisa: a imortalidade ou pelo menos, a capacidade de se reinventar, de ressurgir e recomeçar.

Se reinventar das chamas que ardem, das dores de morte, daquilo que vai tentando nos destruir, mesmo que o inimigo seja interno, mesmo que você mesmo seja aquele que se incendeia por suas escolhas, paixões, desejos e decisões. Fato é: a vida pode se reinventar e à luz do mito da Fênix, temos um novo dia, um sol que, como a Fênix, queima a si mesmo e morre todos os dias, renascerá amanhã para uma nova oportunidade

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